Terra Velhinha

Esboço de estrutura

Isto não é o aspecto do site. É o mapa: por onde se entra, o que está atrás de cada porta e quantos cliques são precisos para lá chegar. Está de propósito em tons neutros, para não se confundir uma coisa com a outra. O desenho vem depois de concordarmos com a arrumação.

A ideia

O senhor disse que o próprio site já é um museu e que talvez não faça sentido uma porta chamada "museu". Concordo. Esconder a fototeca e a videoteca atrás de mais uma porta é a porta a mais de que se queixava. Por isso a proposta é esta: tudo à vista logo na entrada, cada coisa com o seu nome, e um clique até qualquer uma delas.

terravelhinha.com a entrada

Fototeca

O acervo fotográfico da comunidade, por tema e por época. É a maior coisa que existe aqui e fica com o maior espaço na entrada.

1.445 fotografias

Videoteca

Os vídeos antigos e as recolhas, em listas por tema, mais as fotografias das gravações.

perto de 1.000 vídeos

Estudos e Recriações

O torricado, a cana rachada, o fado, o fandango, os jogos, as artes e ofícios.

6 conjuntos

Edições

As revistas, o livro e o CD, com capa e leitura de cada um.

16 revistas

Rota da Terra Velhinha

O percurso pelo centro histórico, o programa e como se marca.

Artesanato

As peças à vista, com o contacto de quem quiser adquirir. Sem compras nem envios pelo site.

Animação ↗

Uma apresentação curta dos grupos e a passagem para o terravelhinha.net, que continua a viver a vida dele.

Sobre nós

A associação, os parceiros e os contactos.

O que está atrás da Fototeca

É a única parte com profundidade a sério, e por isso é a que decide se o site é agradável ou cansativo. A proposta é não obrigar ninguém a escolher um caminho logo à entrada.

Entra-se e vê-se logo fotografias

Nada de uma lista de pastas à espera de um clique. Entra-se e já há fotografias a ver, as mais bonitas à frente. Quem só quer espreitar, espreita e sai satisfeito.

Quem quiser procurar, tem por onde

E dentro de cada tema os 22 assuntos que já estão feitos: as cheias do Tejo, a tauromaquia, os pescadores do Tejo, as turmas escolares, os mercados e feiras, e os outros.

Mais duas formas de procurar, que as legendas já permitem

Cada fotografia tem a sua página

Com a legenda inteira, a época, o crédito e as fotografias vizinhas do mesmo assunto. É o que permite partilhar uma fotografia sozinha e é o que faz o Google encontrar o acervo.

Duas coisas que convém dizer ao certo.

As fotografias passam a viver dentro do site, não em pastas do Drive. As pastas servem para organizar quem trabalha, não para quem visita.

As legendas que o vosso colaborador fez são o que torna isto possível. Sem a época e sem o crédito em cada uma, isto seria um monte de imagens; com elas, é um arquivo que se pode visitar.

O que fica de fora, de propósito

Loja com carrinho e pagamentos, porque foi o senhor que disse que não há capacidade para tratar de envios. Envio de fotografias pelo público, porque o acervo é de entrada controlada. E uma área de gestão de conteúdos, porque o site não é para andar a ser mexido todos os dias.

Esboço para discutir, não é compromisso. Diga o que falta, o que sobra e o que trocaria de sítio, e a partir daí é que faz sentido falar de desenho e de orçamento.